Vestia estrelas nos olhos,
Sorriso no olhar,
Navegando na simpatia,
Que fazia desequilibrar.
Chorava gotas de ácido,
Que afundavam o coração,
E quando secavam,
Tornavam-se mais encantação.
Fechava os olhos,
Abria a mente
De um certo jeito,
Que amortecia toda gente.
Caminhava docemente,
Sobre a ponte entre a imaginação e a realidade crescente,
Desfilava sem saber.
Movia os cabelos
Para o lado poente,
Que fazia sonhar
Com uma chuva quente, de despertar as asas da poesia,
Que não falham ao voar
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