Em homenagem aos meus leitores. •﹏• vou postar mais alguns textos nessa postagens.
Família real
Sem chuva , ninguém
Chovendo, donas do reino
Coroas de vários tamanhos.
Podem ser de prata ou bronze,
Ou até iluminadas com o sol das onze de puro ouro.
Infelizmente o atrativo dura pouco...
Depois vem o mensageiro
Indicando com o seu colorido
O sol passageiro!
Duração
....,......,...........,.......,
Isso durou pouco?
...,
Tanto quanto isso?
A duração depende só da inspiração e da animação.
A canção dura o tempo de uma paixão ou não!
A corrida pode ser chata ou florida.
A vida. Pode para mim ser divertida e para você... Apenas a vida!
Barreiras
São nomes dados a muros.
Geralmente que nos fazem pensar que estamos fechados e cercados.
Mas são muito apertados.
Um momento sufocam e apertam.
Mas quando abrimos os olhos... Somos muito maiores e fortes que eles.
Levantamos e os derrubamos.
Nos sentimos melhores e mais capazes.
Barreiras são nomes dados a muros.
Barreiras são apenas alguns obstáculos entre uma tranquilidade e outra!
Criei esse blog para poder compartilhar os meus textos (de uma menina de 13 anos que ama escrever).Espero que gostem das postagens e Leiam também as antigas.Obrigada, acesse sempre!
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
domingo, 25 de setembro de 2016
Mona Cacheada
Era uma vez uma mulher, cujos olhos eram encantadores, lábios discretos e cabelos sedosos e o mais importante: cacheados.
Como seus atrativos eram dos mais qualificados, todos a achavam exemplar.Além de tudo, era alegre e simpática. Seu apelido era Mona.
Um belo dia, no ponto de vista de Mona, ela estava a passear quando um sujeito apressado quase atropelou a coitada!
Como era sempre muito educada iniciou uma conversa com o desconhecido:
- Olá. Desculpe por não vê-lo passar.
- Imagine, a culpa foi toda minha - disse o homem quase chorando - é que estou em um péssimo dia.
- Por que está assim?
- Não consigo achar nada de inspira... - parou de falar o sujeito.
- Inspira...?
- É isso! Você! Você é minha inspiração!
- Eu? Para que?
- Desculpe pelo meu alvoroço. Meu nome é Lionard Da Vinth.
- Prazer. Me conhecem por Mona. Mas... Ainda não entendi.
- Eu saí apressado pois preciso urgente achar uma inspiração, e acabei de achar uma musa. Você! Quero dizer, se permitir é claro...
- Nossa! Que bom! Ninguém nunca pediu para que eu fosse uma musa...
- Sério? Você é tão bonita... Com todo o respeito. Mas isso quer dizer sim?
- Claro! Ficarei lisongeada.
Então foram para a mansão de Vinth que era belíssima:
- Que casa mais bela.
- Aqui é a minha parte favorita da casa, a minha sala de exposições.
Aquele cômodo era, sem exagero, o mais bem decorado que Mona já havia visto. Tudo era mesclado de tons escuros de vermelho, vinho, marrom, e muitas e muitas telas pintadas no maior capricho.
- Foram feitas por você?
- Todas! A maioria eu não gosto muito, mas eu tenho as minhas favoritas...
- É linda - disse Mona apontando com seus delicados dedos para uma pintura incompleta de uma paisagem.
Foram entrando em portas e mais portas que iam mudando de estilo a cada vista que passava.
Finalmente, o passeio acabou em um cômodo considerado pequeno em relação aos outros da casa, mas que era belíssimo. Ele possuía uma tela de 2 metros de altura e uns 2,57 de largura pintada de branco e algumas lâmpadas estranhas e modernas para a época.
- Aqui você produz as suas obras?
- Sim, gosto de trabalhar em lugares calmos e inspiradores. Podemos começar?
- Sim.
- Você sabia que teve uma vez em que eu estava pintando uma moça ao ar livre quando um carro passou por uma poça de chuva e esguichou toda a água nela?
- Sério? - disse Mona sorrindo alegremente enquanto Lionard pintava o seu rosto - E ela?
- Ficou brava e saiu bufando dali.
Após o término da pintura, Lionard convidou a ilustre moça a almoçar com ele em restaurante próximo.
A partir daquele dia, a relação entre Mona e Da Vinth se fortaleu e eles se casaram e tiveram vários filhos, que herdaram a beleza e o dom do casal,
e estam até hoje espalhados pelo mundo a fora!
Como seus atrativos eram dos mais qualificados, todos a achavam exemplar.Além de tudo, era alegre e simpática. Seu apelido era Mona.
Um belo dia, no ponto de vista de Mona, ela estava a passear quando um sujeito apressado quase atropelou a coitada!
Como era sempre muito educada iniciou uma conversa com o desconhecido:
- Olá. Desculpe por não vê-lo passar.
- Imagine, a culpa foi toda minha - disse o homem quase chorando - é que estou em um péssimo dia.
- Por que está assim?
- Não consigo achar nada de inspira... - parou de falar o sujeito.
- Inspira...?
- É isso! Você! Você é minha inspiração!
- Eu? Para que?
- Desculpe pelo meu alvoroço. Meu nome é Lionard Da Vinth.
- Prazer. Me conhecem por Mona. Mas... Ainda não entendi.
- Eu saí apressado pois preciso urgente achar uma inspiração, e acabei de achar uma musa. Você! Quero dizer, se permitir é claro...
- Nossa! Que bom! Ninguém nunca pediu para que eu fosse uma musa...
- Sério? Você é tão bonita... Com todo o respeito. Mas isso quer dizer sim?
- Claro! Ficarei lisongeada.
Então foram para a mansão de Vinth que era belíssima:
- Que casa mais bela.
- Aqui é a minha parte favorita da casa, a minha sala de exposições.
Aquele cômodo era, sem exagero, o mais bem decorado que Mona já havia visto. Tudo era mesclado de tons escuros de vermelho, vinho, marrom, e muitas e muitas telas pintadas no maior capricho.
- Foram feitas por você?
- Todas! A maioria eu não gosto muito, mas eu tenho as minhas favoritas...
- É linda - disse Mona apontando com seus delicados dedos para uma pintura incompleta de uma paisagem.
Foram entrando em portas e mais portas que iam mudando de estilo a cada vista que passava.
Finalmente, o passeio acabou em um cômodo considerado pequeno em relação aos outros da casa, mas que era belíssimo. Ele possuía uma tela de 2 metros de altura e uns 2,57 de largura pintada de branco e algumas lâmpadas estranhas e modernas para a época.
- Aqui você produz as suas obras?
- Sim, gosto de trabalhar em lugares calmos e inspiradores. Podemos começar?
- Sim.
- Você sabia que teve uma vez em que eu estava pintando uma moça ao ar livre quando um carro passou por uma poça de chuva e esguichou toda a água nela?
- Sério? - disse Mona sorrindo alegremente enquanto Lionard pintava o seu rosto - E ela?
- Ficou brava e saiu bufando dali.
Após o término da pintura, Lionard convidou a ilustre moça a almoçar com ele em restaurante próximo.
A partir daquele dia, a relação entre Mona e Da Vinth se fortaleu e eles se casaram e tiveram vários filhos, que herdaram a beleza e o dom do casal,
e estam até hoje espalhados pelo mundo a fora!
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